Sob as casas da Calle del Perdon, uma ruela veneziana, abre-se um sotoportego (passagem coberta) tão escuro que a pequena lamparina do altar pode ser vista de longe. “Fica acesa dia e noite”, diz a inscrição entalhada na madeira da entrada. No oratório, ao lado da Madona, um pequeno relevo mostra um papa deitado e dormindo — acrescentado recentemente para ilustrar uma das lendas mais persistentes de Veneza.