Ao longo do rio dei Carmini (canal veneziano) — que nesse trecho também se chama Rio Briati — entre Campo Santa Margherita (praça) e San Sebastiano, a Fondamenta Briati (cais) recebeu o nome de um homem que desafiou Murano: Giuseppe Briati, o mestre vidreiro que, em 1739, obteve dos Dez a autorização para acender uma fornalha de cristal no centro de Veneza. Foi a primeira exceção depois de quatro séculos e meio de proibição.