Parece um detalhe qualquer, mas é um relógio: aquela pequena peça perfurada é o gnômon de um relógio de sol. Quando o sol chega ao ponto mais alto, um ponto de luz atravessa o furo e desce pela linha gravada, que termina numa campainha — ou numa flor de lótus invertida, dependendo de quem olha. Ele não marca todas as horas, apenas o meio-dia solar, o instante exato em que o sol está mais alto. E era justamente disso que precisavam.