No Campo San Cosmo, um dos cantos mais quietos da Giudecca, a fachada de duas águas de uma igreja do século XVI olha para um gramado: hoje dentro há escritórios, mas por três séculos este foi o coração de um mosteiro de monjas beneditinas. A fundá-lo foi uma mulher obstinada, Marina Celsi, já abadessa em Murano e em Mazzorbo, que fugiu de conventos que julgava relaxados demais para fundar um de observância estrita.